11.1.11

Silvério retorna, depois de uns meses no spa

Porque afinal de contas dizer que seu Mac morreu e precisou de transplante é uma coisa que dói profundamente. Dói tanto que não vim aqui contar quando aconteceu. Mas agora a dor passou, consigo falar sobre o assunto.



Então nas chuvas de verão de 2010 um raio entrou pela tomada e queimou numa leva só a fonte do meu HD externo (backup de uma vida) e a fonte do Silvério. Comprei uma fonte nova pro HD e como uma fonte do Silvério custa R$300, resolvi usar a do MacBook de mamãe, de 60W. Afinal era temporário.

Uns 3 meses depois a bateria do Silvério já não aguentava mais 4h de uso, e durava cerca de 1h fora da tomada. E aí um dia, mais uns meses depois, eu fechei a tampa do Silvério e fui dormir...

...E no dia seguinte abri a tampa e... ele estava morto. Morto, colegas. Nem um suspiro. Ligava, mas não subia o OS. Levei em uma loja a2you, os rapazes mui graciosamente (e ao custo de R$85) retiraram o HD, que foi devidamente alojado em um case para uso externo. E ali começou minha odisseia que envolveu três lojas (entre a2you e MyStore), travas da tampa quebradas, diagnóstico que eu nao queria ouvir: a placa lógica (ou mãe) estava queimada. Eu queria muito que tivesse sido a placa de vídeo, que resultaria na troca da placa lógica sem custo.

Ninguém soube me dizer porque a placa queimou e ficamos todos na suposição de que o raio do começo do ano tenha danificado a bendita. Gastei R$3 mil em uma nova placa, mais bateria e carregador novos. Foi assim.

Não me arrependo de ter gasto essa pequena fortuna, já que com R$3mil eu não compro outro MacBook Pro, e eu não troco o meu pelo branco--usei o da mãe por meses e, apesar de ele ter feito bonito e ser um Mac, não é meu Pro.

Dessa experiência, tirei uma lição valiosa: aprendi a usar o Dropbox. Arquivos importantes têm de ficar na nuvem, têm de ser acessíveis de qualquer lugar. Isso rende outro post, logo mais.

E por enquanto é isso. Estamos de volta.